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WhatsApp reforça proteção à privacidade de seus usuários

O WhatsApp finalizou seu sistema de criptografia de ponta-a-ponta, disponível na última atualização do aplicativo para todos os smartphones.

07/04/2016 às 10h23

O WhatsApp finalizou seu sistema de criptografia de ponta-a-ponta, disponível na última atualização do aplicativo para todos os smartphones. Uma notificação informa aos usuários que, a partir de agora, todas as mensagens e ligações serão protegidas por criptografia. Na prática, isso significa que uma vez que você enviar uma mensagem a alguém, ela será “embaralhada” digitalmente e só poderá ser reorganizada quando chegar ao destinatário.

A empresa, que pertence ao Facebook, está implementando o sistema desde 2013 (mesma época em que Edward Snowden denunciou a fiscalização digital em massa da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a NSA). Além da criptografia, o sistema do WhatsApp não armazena as informações nem nos servidores da empresa. Pelo menos é o que garante a companhia, já que trata-se de um sistema fechado.

A atualização final do aplicativo emerge no rastro de uma discussão jurídica que envolveu o FBI, polícia americana, e a Apple. No último mês, a gigante da tecnologia se negou a alterar sua política de privacidade para colaborar com a investigação policial que buscava dados do terrorista Syed Farook, que participou do massacre de San Bernardino, na California, em que 14 pessoas morreram. A Apple argumentou que não minaria décadas de avanço de segurança de seus clientes.

Com a medida, o WhatsApp transmite a mensagem de que, mesmo se for acionado pela Justiça, não conseguirá decodificar o conteúdo de seus usuários. A criptografia do aplicativo ficará sempre ativada de forma automática, sendo impossível removê-la. Em nota, a empresa explica que cada conversa possui seu próprio código de segurança, ele pode ser encontrado na tela de dados do contato ou do grupo, em forma de código QR ou como uma sequência de 60 dígitos.

A medida reacende o debate em dois principais pontos: a empresa protege a segurança de seus usuários contra o acesso de hackers e do cibercrime, ao passo em que automaticamente impede que qualquer órgão de segurança obtenha dados relativos a crime, terrorismo e corrupção tratados dentro da plataforma. Mesmo com a criptografia, é importante ressaltar que uma conta de WhatsApp está ligada a uma identidade, a um número, e que ainda é possível detectar os usuários que trocam mensagens entre si. No desfecho do caso entre Appe e FBI, a polícia americana conseguiu, sem a ajuda da empresa, inteligência suficiente para quebrar a criptografia do aparelho de Syed Farook.

Com informações Globo.com

Fonte: Leticia Faria



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